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Heyflordeliz | Moda & Lifestyle



Uma das formas mais baratas para aderir ao slow fashion Ã© investir em marcas de upcycling, termo em inglês para a técnica que utiliza de peças, que antes seriam descartadas pela indústria da moda, como matéria prima. É como se você desse um novo significado, valor ou uso para uma peça através do reaproveitamento, tudo sem a necessidade de destruí-la totalmente para transforma-la em algo novo, como acontece com a reciclagem.

Mariana Colerato, da plataforma Modifica, disse uma vez que "a roupa mais sustentável que existe já está pronta". E essa é a mais pura verdade, afinal, mesmo uma produção que utiliza de matéria prima e processos sustentáveis acaba por utilizar água e energia, isso fora a produção de resíduos. Por isso, o post de hoje tá cheio de inspirações pra você que quer investir nesse conceito.



Curiosidade: Sophia Amoruso, quando começou com a Nasty Gal comprava roupas em brechós e as reformava para vender depois. Isso também é upcycling! ;)



Gostou do post e quer ver mais inspirações? Siga a nossa pasta no Pinterest!  ❤
segunda-feira, janeiro 22, 2018 No comentários
Os tecidos nobres e as delicadas tramas presentes nas peças da marca paulista trazem um ar artesanal e ao mesmo tempo moderno para as produções do dia-a-dia.

A prática milenar que foi difundida no cenário da moda em meados dos anos 1960 e 1970, caiu no gosto de diversas fashionistas e estão presentes como objetos de desejo tanto no guarda-roupas quanto na decoração dos ambientes. Não foi diferente com a estilista Juliana Gevaerd que mergulhou nas variadas possibilidades proporcionadas pelas tramas, inovando na criação das peças e "brincando" com as texturas e tecidos.

Com o forte nos tecidos nobres como o linho e a seda,  as tramas encontradas nas peças expostas nas araras do showroom da marca, em São Paulo, conversam com o ambiente: aconchegante, acolhedor e charmoso. O atendimento personalizado e um profissional a disposição do cliente na hora de escolher sua compra corroboram para experiência única de compra, é quase uma consultoria de estilo, ali, na hora.

Em diversas vezes, tanto aqui no blog quanto lá no canal, ressaltei que a busca por produtos com qualidade de produção e matéria prima são a base para um consumo mais consciente. Por isso, separei aqui algumas ideias de como usar peças de trama, para quebrar de vez esse tabu de que tricô não pode ser elegante, fluido e atemporal!

Foto: Reprodução / Pinterest
Foto: Reprodução / Juliana Gevaerd

Foto: Reprodução / Juliana Gevaerd / Camila Coutinho

Serviço:
Showroom Juliana Gevaerd
R. José Maria Lisboa, 873 - Casa 04 - Jardim Paulista - São Paulo
Contato: +55 (11) 3051-6188
www.julianagevaerd.com.br

Quer desconto @? Use o código "heyflordeliz" e ganhe 20% de desconto nas suas compras na loja!
quarta-feira, novembro 22, 2017 No comentários
FOTO: Reprodução / Pinterest

O conceito de sustentabilidade e de consumo consciente andam lado-a-lado e cada dia que passa mais marcas que nós já conhecemos entram na discussão sobre como fazer produtos de alta qualidade e que não afetem negativamente o nosso planeta. Entre essas iniciativas estão a procura de tecidos e processos de produção que diminuam o impacto ambiental causado pela industria da moda que já é considerada a segunda mais poluente do mundo, perdendo apenas para a petrolífera.

Com o assunto em pauta em diversas rodas de conversas e a constante disseminação de ideais ambientalistas, a conscientização a respeito disso tem gerado um grande impacto na industria, principalmente porque agora os consumidores procuram saber mais sobre de onde vêm os seus produtos e quem os produzem, buscando principalmente marcas que tenham alguma ligação com seus valores pessoais. 

Essas mudanças também refletem nos nossos pés... De olho nesse novo cenário a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) lançou o Prêmio Direções Abicalçados que em conjunto com a Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couros, Calçados e Artefatos (Assintecal) criou a categoria Sustentabilidade, que através do selo "Origem Sustentável"  que desde 2013 certifica marcas por suas iniciativas ambientais, econômico, cultural e social. A certificação segue a escala Branco, Bronze, Prata, Ouro e Diamante, reconhecendo empresas brasileiras de calçados e componentes que já tenham incorporado a sustentabilidade em seus processos produtivos. Entre as práticas destacadas estão as de substituição de insumos, gerenciamentos de resíduos e respeito a biodiversidade. 



sexta-feira, outubro 06, 2017 3 comentários

Conhecidas por irem na contramão desse processo que busca a produção desenfreada de coisas, roupas e objetos de baixa qualidade e que muitas vezes nem vamos usar que é o fast fashion, as marcas de slow fashion trabalham com processos desacelerados, atemporais e muitas vezes artesanais, para entregar para você produtos mais duráveis e que fazem bem para a nossa sociedade e trazem um quentinho pro coração!

É a realidade: a maior parte das pessoas que conhecem e entendem o conceito de slow fashion não aderem a esse tipo de consumo por desconhecer marcas que abraçam esse movimento. Por isso no post de hoje separei umas dicas bem maravidas de lojas que são só amor para vocês aproveitarem suas compras de forma consciente!

Nuz
A Nuz é uma marca de uma estilista carioca que produz peças super versáteis que você pode usar de acordo com a sua criatividade. Uma das peças que mais gosto é o vestido 3 em 1, que pode ser usado na sua forma original, como calça ou como blusa de frio.

Fina Vanguarda
Essa é pra quem gosta de joias únicas e com um toque pra lá de especial. Os anéis feitos pela Fina Vanguarda são produzidos em madeira e resinas.

Phiona Bags
Quem disse que pra ser slow tem que ser sem graça? Com bolsas sacolas super funcionais e coloridíssimas a Phiona Bags oferece produtos que são além de tudo veganos! Um amor só né?!

Santa Costura
Conforto, estilo e conceito são as palavras de ordem dentro da Santa Costura, uma loja onde você encontra

Gioconda Clothing
Sabe aquelas roupas de dormir/ficar em casa que você quer usar em todo lugar?? Essa é a frase que descrevem as roupas feitas pela Gioconda Clothing. As peças vão desde moda intima a lindas blusinhas de algodão.

Ahalma
A "alma" por trás da marca (que também é uma academia) é o estilista e escritor André Carvalhal, que traz para as suas peças uma pegada mais fashionista e street style tudo com um conceito e um ideal bem presentes.

E vocês, já compraram em alguma dessas lojas? Tem a sua slow fashion do ❤ ? Então conta pra gente aqui nos comentários ;)
sexta-feira, setembro 29, 2017 No comentários

Antes de mais nada é preciso saber que o termo fast fashion Ã© utilizado para designar marcas com produções rápidas e continuas. É um modelo de negócio que visa o lucro através de alto numero de vendas de produtos de preços mais acessíveis, isso sem contar que muitas dessas empresas utilizam de mão de obra escrava para baixar o custo de produção e aumentar o lucro.

Saber disso também é um passo para você saber se está consumindo um produto de uma fast fashion ou não. Mas, existem mais algumas formas que podem te ajudar a saber se está adquirindo este tipo de produto, como por exemplo, o tempo que a loja/marca leva até lançar uma coleção. 

Em entrevista ao "IstoÉ" em 2014 o então presidente da Riachuello, Flavio Rocha, importante fast fashion brasileira, declarou que em apenas 10 dias conseguiria colocar nas prateleiras peças que fizeram sucesso nas passarelas. Trocando em miúdos, em 10 dias ele conseguiria produzir uma coleção inteira, o que para quem intende de produção de moda e de costura, sabe que esse tempo é extremamente curto. 

O que acaba dificultando que a qualidade do produto seja superior, ou seja, você leva um produto pra casa que custou mais barato do que se tivesse comprado de uma marca que trabalha com processos mais desacelerados, mas que tem a qualidade equivalente ao preço pago: baixa.

Mas que fique bem claro, que também existem marcas que são consideradas fast fashion e não trabalham com preços tão baixos assim, comparadas as marcas mais populares desse seguimento. Preço não é garantia de qualidade. Por isso, é importante analisar bem e colocar na balança para ver o que vai compensar (a longo prazo) para você: comprar uma peça que dali alguns meses não vai poder mais ser usada porque deteriorou ou comprar uma peça que vai durar a vida inteira?

Vale lembrar, que comprar algo que vai durar não quer dizer necessariamente que você precisa realmente ficar com essa peça o resto da vida. O fato de ela durar significa que quando ela não for necessária no seu guarda-roupas poderá ser no de outro alguém, diferente de peças que desgastam e que não servem para outro fim a não ser o lixo. Lixo esse, que muitas vezes vão parar em encostas, aterros e mais um monte de lugares que são prejudiciais ao nosso planeta.

Onde devo comprar então? Invista em peças de lojas com produções artesanais e com o processo consciente e desacelerado de produção. Desta forma além de incentivar a economia local você também estará fazendo a sua parte para tornar o mundo um lugar mais justo. Um passo de cada vez. A conscientização tem que partir de dentro de você, olhar para aquilo que você pretende consumir e assumir a responsabilidade pela sua compra, seja ela positiva ou não.
terça-feira, setembro 19, 2017 No comentários

Tem algum tempo desde que decidi que levaria minha vida de uma forma diferente (em todos os sentidos) e uma das principais mudanças foi com certeza minha escolha por aderir ao minimalismo e consequentemente descobrir no consumo consciente uma forma de continuar consumindo moda sem prejudicar nosso planeta ou outras pessoas.

Antes de mais nada, gostaria de deixar bem claro aqui que apesar de já ter feito o destralhe, o processo do minimalismo e de consumir marcas slow fashion Ã© gradual, por isso ainda tenho roupas no meu armário que comprei em lojas de departamentos. Entenda: você não precisa "jogar" suas roupas fora e comprar outras que não sejam de fast fashion só porque você decidiu adotar esse estilo de vida. Até porque, fazendo isso você estaria agindo de forma oposta, gerando mais lixo e consumindo de forma desnecessária.

Portanto, quando precisar comprar mais roupas, sapatos e assessórios para substituir os que já tenho, ai sim farei minha escolha completamente consciente de onde comprar valorizando negócios locais e mão de obra artesanal. 

#EU MUDEI MEU JEITO DE CONSUMIR PORQUE...

1. Economizar dinheiro. Falando como uma pessoa que não conseguia entrar numa loja sem sair com uma sacola, posso dizer que isso não me fez bem algum. Chegou um momento na minha vida que percebi que consumindo menos eu estaria me livrando daquela necessidade interna que me consumia toda vez que passava por uma loja, e que consequentemente teria mais dinheiro pra gastar com coisas que realmente iam me acrescentar em algo.

2. Estudei muito sobre esse universo e como isso se relacionava com os valores e ideais de vida que eu tinha escolhido pra mim, percebi que se queria um mundo onde as pessoas tivessem as mesmas oportunidades e direitos, não poderia consumir produtos que para chegarem em casa com um preço mais "em conta" alguém estava pagando a diferença, com uma mão de obra praticamente escrava.

3. Acho que assim como toda grande mudança em nossas vidas, essa minha decisão também ganhou forma depois de assistir diversos documentários sobre o assunto. Entre eles o The True Cost, que me fez refletir sobre como eu estava de alguma forma contribuindo para que aquelas pessoas estavam passando. O choque com a realidade me fez mudar meu pensamento.

4. A vida é muito curta. Essa loucura de consumir e consumir estava me fazendo ficar cada vez mais preocupada com o quanto ganharia ($$) e quanto poderia comprar. Passava mais tempo procurando formas de 'ser bem sucedida' e quando meu poder de aquisição me permitiria comprar quantas bolsas, sapatos eu pudesse carregar. Quando parei de pensar tanto no futuro e comecei a pensar no presente, percebi que se gastasse tanto tempo construindo um futuro financeiramente estável não teria saúde para ter um futuro.

5. A felicidade não está nas coisas mas sim nos momentos que temos. Essa frase sempre guiou minha vida, mas nunca a vivi completamente, principalmente no que se dizia a moda como disse no tópico 1. Mas em poucos meses após decidir mudar, percebi que essa era a mais nova verdade da minha vida! Ainda tenho muito o que percorrer pra poder ostentar por ai o titulo de minimalista ou dizer que só uso roupas que tenham uma produção consciente, mas só de saber que dei o primeiro passo já faz valer.

Sempre defendi que os extremos nunca são saudáveis e que tudo na vida precisa de um equilíbrio. Esses 5 porquês listados aqui são apenas o começo da minha busca pelo equilíbrio e construção do meu novo estilo de vida, se você não quiser perder nada e acompanhar a minha jornada é só nos seguir nas redes sociais ;)
quinta-feira, agosto 24, 2017 No comentários
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Jornalista apaixonada por moda desde que se conhece por gente, resolveu que vai mudar o mundo um pouquinho de cada vez, começando por si: esvaziou o guarda-roupas e sua vida de tudo que estava em excesso. E vai aproveitar esse cantinho no mundo para compartilhar suas experiências e falar o que der na telha. E ah, se reclamar recito Camões! ♥

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