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Heyflordeliz | Moda & Lifestyle



Sou feita de dúvidas. Da ponta da cabeça à planta dos pés. O que vou fazer hoje? O que quero do amanhã? Onde estarei daqui 10 anos? E por ser de tantas dúvidas preciso de alguém que seja certeza. Que saiba o que é e onde quer chegar, que me pegue pelas mãos e me leve para ver o pôr-do-sol. De alguém que entenda que pra ser eu, preciso de alguém que não me deixe ser apenas dúvida. Na dúvida me perco e me acho. Me acho nas minhas certezas, naquilo que eu mesma posso me garantir e me perco no que foge do meu alcance. Encontro devaneios me perco nas incertezas. Tudo, absolutamente tudo, o que não pertence a minha ossada me deixa lançada ao (assombroso) desconhecido.

Por ser certeza, me perdi. Sabia de tudo e ao mesmo tempo sabia nada. Hoje serei isso. Amanhã farei aquilo. Daqui 10 anos estarei ali. Foquei no que queria, no que achava que sabia. Me perdi. Não aproveitei a vista, passei a viagem olhando pra frente e esqueci de observar pela janela. Agarrei-me tanto ao roteiro que planejei, que esqueci de improvisar. Da verdade, vida e universo tudo sabia. Ser sabido era o que mais me orgulhava. Orgulho; ficou ferido de velho. Quantas pessoas deixei passar porque elas não se encaixavam no meu plano perfeito? Dúvida.


quinta-feira, julho 19, 2018 1 comentários

Desde que descobri no minimalismo um novo jeito de viver repensando minhas atitudes e como isso refletia em mim e no mundo, descobri que existem diversas formas em interpretar e executar essa filosofia. Assim como em tudo na vida. 

Eu, particularmente, decidi que para mim o minimalismo seria uma maneira de me livrar de tudo aquilo que estava em excesso na minha vida. Como já falei por aqui, descobri no minimalismo o equilíbrio entre tudo o que eu precisava e tudo aquilo que era realmente importante para mim. Mas, a mesma medida tenho visto varias pessoas "criando" regras umas para as outras a fim de faze-las serem mais minimalistas.

Fulano não pode ter um celular da moda porque aquilo não é minimalista, mesmo que fulano tenha dinheiro para comprar e aquilo não irá causar danos financeiros a ele. Beltrano tem que ter só 5 camisas, mesmo que Beltrano tenha que trabalhar todos os dias com uma camisa diferente. Beltrano não pode adequar o minimalismo a sua realidade porque isso não é minimalista.

As pessoas tendem a encontrar o erro apenas na sobra do muito, quando na verdade o erro está em todo tipo de excesso: no do pouco e no do muito. Se livram da prisão do consumismo e se aprisionam novamente ao encherem suas vidas de "não pode". Se não é minimalista não pode! 

Mas o que é minimalista, afinal? 

E viver uma vida infeliz porque você tem que se "livrar" de tudo o que te faz bem ou escolher libertar-se de algumas coisas para que você possa ter uma vida mais plena? Eu sempre vou preferir viver da segunda forma, escolhendo me esvaziar do que está no campo do excesso, buscando encontrar o equilíbrio entre todas as minhas filosofias de vida e nas coisas que acredito.

Tenho dito então, que ser minimalista é ser essencial. Mas (ainda bem) o que é essencial para mim não é essencial para você e vice-versa. Por isso, não limite-se a um monte de regras que só vão fazer sua vida ficar mais "pesada" encontre nessa filosofia, que é o minimalismo, a melhor forma de pratica-la de acordo com as suas necessidades. Para no fim, você conseguir viver e ser livre!
terça-feira, fevereiro 27, 2018 No comentários

Para cada ciclo que se acaba, um novo inicia. Planos, desejos, sonhos. Tudo novo (de novo). Mas do que adianta planejar e esperar novidade se você continua o mesmo? Pode parecer clichê, confesso, mas a mudança que você procura tem que vir de dentro para fora.

Por muito tempo me apeguei a coisas e promessas de "ano novo", como se os 365 dias que estavam por vir fossem, milagrosamente, trazer tudo o que eu desejava. O que eu não esperava é que todos esses desejos estavam, na verdade, me afastando de tudo o que eu realmente queria. Toda a pressão de cumprir as minhas metas ou fazer desse ano o melhor de todos era (e é) uma coisa exaustiva.

Liberta-se de tudo o que me prendia (no passado) e de tudo o que eu sonhava (no futuro) fez com que eu percebesse que sim, eu já era a pessoa que eu queria ser e já tinha tudo o que desejava. O excesso de planos e de saudosismo nos faz continuar onde estamos. Estagnados e com aquela eterna sensação de que poderia ser melhor.

Entenda: quando digo que liberta-se dos meus sonhos me fez uma pessoa melhor, não quero dizer que deixei de sonhar, muito pelo contrário. Deixei apenas de me cobrar (excessivamente) para realiza-los. Afinal, se não der certo é porque Deus e a vida tinham algo melhor preparado para acontecer!

A vida para ser vivida na sua plenitude é preciso entendê-la de duas maneiras: (1º) tudo acontece porque tinha que acontecer. O que foi bom fica como memória e o que foi ruim, como aprendizado. Por fim, (2º) carregue pra si apenas o que caberia numa mochila: um punhado de positividade, uma porção de memórias, uma pitada de saudade, uma dúzia de amigos e muito, mas muito amor próprio. Nada que vá pesar muito nas costas no final do dia.

Para que esse ano seja, realmente um ano novo, você precisa adotar novas posturas! Liberte-se de tudo o que te prende, adote novos hábitos ou simplesmente reinvente os velhos. Esteja aberto para as novas aventuras e acima de tudo seja grato por todas as coisas que você viveu até agora e a imensidão de possibilidades que o futuro nos reserva! A vida pode ser maravilhosa ou uma eterna sensação de "não foi o suficiente", cabe a você escolher de que forma você vai enxerga-la. 
terça-feira, janeiro 09, 2018 No comentários

Era uma tarde de domingo e como de costume peguei a minha edição recém chegada de uma certa revista de moda na qual sou assinante para ler enquanto tomava o café da tarde. Foliei uma, foliei duas, foliei três páginas. Parei ao me deparar com o seguinte titulo "a morte do ócio?", percorri com os olhos cada linha daquele texto onde o autor explicava como a Espanha tinha "ficado para trás" quando o assunto era a glamorizarão do estresse e dos workaholic, principalmente em relação aos seus vizinhos mais ricos da União Europeia.

A cada linha lida daquele texto a descoberta de um povo que vive o meu "sonho de princesa". Qualquer hora do dia é hora de parar para aproveitar a vida em sua plenitude: observar o movimento da rua, beber um bom café. Não há pressa para produzir mais daquilo que não se precisa em tempo recorde, ninguém perde horas na fila de um banco ou em qualquer outra fila. Há quem diga que a "vagareza" com que o povo espanhol trabalha é preguiça ou eterna ressaca, mas prefiro enxergar por outro lado e dizer que eles simplesmente encontraram a fórmula da felicidade.

Isso sem contar a famosa siesta, que está presente na vida - e na história - do povo espanhol desde, se assim pode dizer, sempre! O horário entre as 14h e as 15h30 onde tradicionalmente, você pode ir para casa almoçar e tirar a famosa soneca pós-refeição. Lojas, restaurantes, bares... nada. Simplesmente nada abre entre esses horários. E os espanhóis garantem: dormir depois de comer faz você acordar novinho em folha, e mil vezes mais produtivo.

Devagar, devagar, devagarinho... ou despacito, se assim preferir. Assim, a vida caminha em alguns lugares na Espanha e posso garantir que estão caminhando e caminhando para frente.
sexta-feira, setembro 22, 2017 No comentários

so·nhar : 1. Ter sonho(s); ver alguém ou alguma coisa em sonho. 2. Entregar-se a devaneios e fantasias, idealizar coisas inacessíveis ou impossíveis. 3. Pensar constantemente em; ter ideia fixa de; ansiar por; 4. Fazer ideia de; imaginar, prever, supor. 5. Ter delírios ou alucinações, delirar. 6. Ver-se na condição de; imaginar-se.

Acordar. Abrir a janela. Olhar o sol brilhando radiante lá fora. Ter vontade de viver tudo e mais um pouco naqueles cinco minutos em que ficou ali parada admirando a beleza da natureza e a grandeza do universo. Se arrumar como se aquele fosse o melhor dia de sua vida. Sentar na cama e simplesmente ver essa vontade de mudar o mundo e agarrar todas as possibilidades com as mãos se esvair.

Viver uma vida medíocre e cheia de "e se?". E se eu tivesse investido naquele sonho? E se tivesse feito tudo diferente? E se o medo não tivesse me paralisado? E se eu tivesse continuado a sonhar incessantemente? E se tivesse dito "a" ao invés de "b"? 

Passou. 

Viveu sem arriscar. Deixou pra trás todas as oportunidades de fazer novas oportunidades. De escrever sua própria história. Ficou nessa de "deixa a vida me levar" e levou um caldo da realidade. Se importou tanto com o que os outros iam pensar que assistiu a vida de camarote e não como protagonista. Idealizou tanto que esqueceu de colocar em prática. Focou no futuro e deixou o presente se perder em meio a tantas previsões.

De volta aquela mesma janela, olhando para o mesmo sol. Perspectivas diferentes. Dessa vez não ficou só pensando em como a vida poderia ser maravilhosa no futuro. Ela simplesmente levantou e foi lá viver. Intensamente. Cada minuto. 

Sonhou, e sonhou muito. Mas viveu, viveu muito mais!
sexta-feira, julho 28, 2017 No comentários

Dos inúmeros textos que já escrevi é difícil achar um que não seja sobre amor. Sempre transbordei tanto, mais do que deveria, talvez. É que sempre foi mais fácil viver tudo em palavras do que de qualquer outra forma. Mas hoje, sentada na frente do meu computador velho e olhando para o sol que brilha do lado de fora da minha janela percebo que estou finalmente pronta pra falar do verdadeiro amor da minha vida. 

Seus grandes olhos castanhos, seus cabelos que já foram longos, mas que hoje estão mais curtos do que o usual. Sua capacidade de ser uma eterna metamorfose e todas as suas fases. As músicas que tocaram secretamente no seu rádio e sua capacidade de ser tantas pessoas em uma só. Sua risada fácil e a maneira de levar a vida com a leveza de uma eterna criança. As indecisões que me tiram do sério e todas as maninas esquisitas e palavras difíceis. 

Os defeitos e todos os trejeitos. Todas as profissões que já quis ter e todos os sonhos que deseja realizar. Os tropeços e erros. As curvas tortas da vida e todas as suas cicatrizes. Aprendizados. Os arrependimentos, mas a certeza de que faria tudo exatamente igual. Evoluir. 

Amo cada parte do seu ser. Sua nova filosofia de vida, que agora vê o lado positivo em cada fuc*#ng lugar. A teimosia que a fez decidir que a partir de agora vai ser minimalista, e que vai se livrar de tudo aquilo que está 'de mais' na sua vida. Incluindo, sentimentos ruins e autodestrutivos. Sua mania de misturar mais de um idioma numa frase, de dançar sozinha na frente do espelho e jurar que nunca dançará assim na frente de ninguém. 

Amo todos os pequenos e grandes pedaços que formam a pessoa que sou hoje e a que serei amanhã. Amo o corpo e alma desse ser em que habito temporariamente. Porque finalmente descobri que quando a gente se ama a gente se basta. Porque pra entender o amor e toda a sua complexidade a gente precisa se despir e se encontrar. Olhar para cada detalhe dentro de nós e entender. Se amar. Abraçar-se e aceitar nossa história por inteiro: o começo, os tropeços até encontrar o fim. 

Porque nesse curto período de tempo que temos aqui neste plano, decidi que eu quero é viver um eterno aprendizado e descobrimento. Aprender a sonhar e se descobrir cada vez mais. O que viver além disso, é lucro bebê!
quarta-feira, julho 05, 2017 No comentários

Que esse ano que já esta se despedindo, leve consigo tudo o que não nos serve mais. Que se vá o que ficou velho: amores, magoas, decepções, manias, corações partidos, frustrações. E que haja espaço para o novo: sensações, alegrias, memorias, festas e amores. 

Que nesse ciclo que se inicia eu possa ter olhos que enxerguem além. Que vejam o espirito e alma das coisas que me cercam. Que a felicidade seja uma boa amiga e que venha sempre na companhia de bons momentos. E que a tristeza chegue de mansinho, só para dizer um "Oi", e nos deixar cada vez mais fortes. 

Que haja principalmente amor. Na minha vida e no universo. Que as pessoas transbordem sentimentos bons, e se cerquem de pensamentos otimistas. Que as pessoas se conectem mais uns com os outros e que partilhem momentos além das telas. Que uma ligação no Skype seja bem vinda para dizer aqueles votos de felicidade para quem nós amamos, mas não podemos estar perto.

Para esse novo ano que esta chegando só posso desejar o dobro. De amor, de momentos bons, de conquistas, de pessoas queridas, de afeto, de abraços, de "eu te amo", de felicidade. E que a vida possa ser vivida mais intensamente a cada ano que se passa, afinal não há nada mais belo na vida do que viver!


Feliz Natal e um Ano Novo cheio de amor! ❤
quarta-feira, dezembro 21, 2016 2 comentários

Acho que gosto desse nosso "indefinido"... Gosto quando você me faz cócegas só porque sabe que eu irei me matar de rir, e assim você terá a oportunidade de me agarrar. Gosto quando você passa seu braço sobre meus ombros quando estamos caminhando na rua e alguém me olha, e você usa a desculpa de que "vão achar que te achei na rua" só porque estou com uma blusa sua e um moletom velho. Gosto quando você faz birra poque eu paguei os sorvetes e diz que o lanche será por sua conta. Gosto quando você me faz subir as escadas do meu prédio porque você tem medo de usar o elevador. Gosto quando você fica bravo quando eu falo do cara que conheci na noite passada. E quando você me mostra as mensagens de várias garotas dando em cima de você só para dar o troco. 

Adoro sua voz de sono no meu ouvindo pedindo para eu levantar porque teu braço está dormente. Ou quando você me abraça forte quando a gente se reencontra. Gosto quando nossos pais e amigos dizem que nós combinamos. Gosto dessa sintonia que nós conquistamos tão depressa. Gosto de poder te xingar e depois aparecer na sua casa para jantar. Gosto de poder palpitar nos seus relacionamentos e falar mal das suas ficantes só porque estou com ciumes. Gosto como você fica sem graça quando te elogio. Gosto de poder te zoar por ter uma foto da Sandy colada no seu guarda-roupas. Gosto quando falo que te odeio e você responde com um "e eu te amo". Gosto do jeito que você me entende e principalmente de como você me faz sentir sobre o nosso "nós". 

Esse texto faz parte de uma série de textos escritos por Liz Vilas Boas, sobre todos os babacas que já conheci... Afinal, todo mundo já conheceu pelo menos um babaca (alguns bons e outros nem tanto). 
domingo, novembro 20, 2016 2 comentários

Há um tempo comecei a notar um padrão. Todos os amores que já vivi tinham algo em comum: começavam e desenrolavam da mesma forma. Cheguei então a conclusão de que só vivemos o amor que escolhemos viver. Tudo acontece conforme nós queremos. Se quero um amor daqueles de filme, é essa história que eu vou procurar quando tiver oportunidade.

Incluo aqui a amizade. O tipo de amizade que teremos também tem muito disso de "idealizar um relacionamento perfeito". Só nos relacionamos com possíveis potenciais a serem aquele esteriótipo perfeito de alguém que queremos ter nas nossas vidas.  Mesmo que sem querer acabamos por criar a pessoa perfeita. E corremos em busca disso quase que instintivamente, com um filtro, sem ao menos notar, que na verdade, nosso cérebro está programado para escolher apenas quem se encaixe.

O inicio de qualquer relacionamento que possamos ter então, fica obrigatoriamente relacionado com a capacidade do nosso subconsciente de escolher por nós, o cara ou a garota que se encaixe perfeitamente (o quase) nos nossos padrões. Gostos.

Acontece que apesar de escolhermos o tipo de amor que teremos, nós nunca escolhemos o desfecho. O fim. Aí sim é coisa de destino. 
sábado, novembro 05, 2016 No comentários

A gente até tenta, passa por cima do orgulho como quem atropela uma pedrinha no meio do caminho. Meio sem jeito. Pode parecer loucura, mas quem é que de tanto amar nunca se sentiu assim? As vezes o signo, as vezes os tombos que a vida nos dá. Sempre temos uma explicação para tantos amores requentados. Frios. Sem aquele ador que a gente lê nos sonetos de Camões. Um não querer mais que bem querer, que vem ocupar um grande espaço e que muitas vezes fica espremido por um outro enorme sentimento: o orgulho.

Ah, esse é grande. Difícil de ignorar. E em diversas vezes na vida ele acaba sendo maior do que deveria. Maior do que aquilo que é necessário. Ele derruba e constrói. Derruba amores e constrói muros. Vai apertando o coração e quando a gente vê não tem espaço pra mais nada. Não cabe mais nenhum sentimento puro, altruísta. Não cabe amor.

No começo até parece bom, sinal de crescimento, diriam alguns, mas no final das contas tudo permanece o mesmo. E dai dois ou três meses a ficha cai e a gente percebe que não valeu lá tanto a pena assim, reprimir tanto amor. Mas é que tá tão na moda não amar, ignorar, rir do sentimento alheio. Ser fria. Um iceberg emocional. Desde quando que ser tão fechado, virou algo bom?

Amar é tão lindo. Doar-se ao outro para receber mais amor, mas sem esperar nada em troca. Não dá pra pedir aos céus amor, se você não está preparado pra transbordar, transcender. Ser raso não está nos pré-requisitos. As vezes machuca, perfura e corroí, porque tudo que é bom na vida dói de vez em quando. Mas aquilo que machuca também cura. E, como cura.

Talvez esse texto não te faça sentido. Não te faça sentir. Mas esse monte de palavras conectadas por pensamentos desconexos, são para dizer que prefiro ser ardor, calor e sabor de um café novo do que permanecer esse eterno café requentado. 
segunda-feira, outubro 24, 2016 No comentários

Acabou. Assim como tudo que nasce, cresce e morre. Tudo o que um dia senti por ti também teve fim. Nada que não é regado, amado e cuidado dura muito tempo. Assim como uma árvore no outono as folhas desse amor foram se desprendendo de mim. Aos poucos fui parando de me importar, sentir.

Demorei em admitir, confesso. Mas hoje não há mais como negar, muito menos esconder. Esfriou. Aquele café requentado não me aquece mais. Meu amor próprio é muito grande para aceitar menos de alguém. E por mais que ainda defenda que nossa história de amor é a mais bonita que já escrevi, tenho certeza que haverá outras com finais melhores. 

Boa sorte pra nós, amor. Que nós ainda possamos florescer e que nossos corações ainda estejam abertos para amar. Um outro alguém, um outro lugar. Que a primavera não demore a chegar, mas que até lá possamos aproveitar a vida em cada detalhe. Que o vento nos traga boas novas, e que não nos lembremos um do outro com pesar. Tudo o que foi ruim, e que levou ao fim seja esquecido e que só fique o que foi bom. O que nos fez sorrir. 

Porque você sabe, a vida é curta de mais para gastarmos muita energia com o fim. Por isso, termino tudo com leveza. E que a morte desse amor, enterre com ele todas as magoas e desarmonia. Viva o amor, o perdão, e as coisas bonitas da vida! Chegou o fim, amor. Que sua vida seja bela e colorida. Porque não poderia te desejar menos.

Felicidade a nós. Felicidade para nós.
quinta-feira, setembro 29, 2016 2 comentários

Sabe aquele quentinho no peito que a gente não sabe de onde veio? Sabe aquela vontade de sair sorrindo por ai como se não houvessem problemas no mundo? Então, amo essa sensação. Melhor ainda se ela vier sem motivo, assim do nada. Só por estar. Particularmente sempre achei a felicidade algo embelezador, tipo assessório, daqueles que todo mundo tinha que usar. Sorrisos sempre foram mais uteis do que qualquer brinco ou maquiagem.

Mas antes de começar a falar sobre pensamentos positivos e boas vibrações, quero explicar pra vocês uma coisinha: A FELICIDADE NÃO ESTÁ EM ALGUÉM, e muito menos em algo. Esse nobre sentimento, está mais perto do que você imagina. Quer ver? Um copo do seu sorvete preferido num dia de calor intenso faz seu coração bater mais forte. Da mesma forma, que ouvir uma boa música com uma companhia que nos faça bem, também traz aquela sensaçãozinha boa. Agora me responda: O que esses dois momentos tem em comum? Se a sua resposta foi você, parabéns!

A felicidade está DENTRO DE NÓS, ela é uma sementinha bem pequeninha que precisa ser regada. Ora com momentos felizes, ora com algumas conquistas. Mas lembre-se, ela está sempre ai, beem pertinho de você. E juro que se você fizer um esforcinho vai enxerga-la bem mais vezes do que de costume. Você não precisa que uma coisa grandiosa aconteça na sua vida para que você perceba a felicidade crescer dentro de você.

De uns tempos pra cá, tenho cada vez mais acreditado que nós somos responsáveis por aquilo que atraímos. Se começamos nosso dia já reclamando e liberando pensamentos negativos, é obvio que ele não terminará bem. A forma como iniciamos nossos dias reflete muito no que vai acontecer no decorrer dele. Experimente agradecer a Deus pela oportunidade de estar vivendo mais um dia, pelo ar que você respira, e por todas as coisas boas que aconteceram e acontecerão. Atraia pensamentos positivos. Deseje um dia repleto de luz e abençoado.

Você logo vai perceber que essa pequena atitude vai mudar muito a sua forma de ver o mundo. Procure sempre ver o lado positivo das coisas. E então, quando você menos esperar sua vida vai estar mais leve, e você estará uma pessoa mais sensível a felicidade. Aquela sementinha que antes era regada por momentos, agora é regada diariamente por pequenos (mais valiosos) acontecimentos cotidianos. Acredite que seu dia será espetacular, e ele realmente será! Porque afinal, as coisas boas acontecem para quem acredita!  
quinta-feira, agosto 04, 2016 2 comentários

Porque a musica preferida dela era aquela que contava a sua história de amor. (de preferência na voz dele). Os seus pensamentos antes de dormir eram predominados por vislumbres de um futuro onde a história deles poderia ser vivida. Porque sonhar, antes de mais nada, sempre foi a forma que encontrara para tê-lo assim: sempre por perto. Seu subconsciente reconhecia cada parte dele, o cheiro doce, os cabelos que se perdiam em meio aos seus dedos, o sorriso, o olhar, as covinhas, sua pele. Tudo sempre pareceu ser feito sob medida pra ela. Desde os espaços entre os dedos, até a curva de sua boca.

Porque para ela o universo não traria alguém, assim tão perfeito, se não fosse para permitir-la ama-lo. Ele sempre foi tudo aquilo que ela quis. Mesmo quando era incapaz de admitir isso para si mesma. Porque de tanto amar ficou louca. Via ele em todos os cantos. Traços daquela personalidade encantadora eram vistos em todos ao seu redor. "Esse filme é a cara do fulano". Porque as pessoas começaram a comentar que ela só sabia falar dele. Mas é que ele era tão mais interessante do que aquela gente chata que ela costumava conversar. 

Porque de tanto amar ele, ela esqueceu de se amar. Morava tanto nos sonhos que esqueceu de viver a vida dela. Porque aquele amor platônico começou a machucar. Tanto dar e nada receber criou feridas. Porque mesmo que para ela o amor fosse algo sublime, isso não o tornava menos egoísta. Amar requer cuidado, cultivo, carinho. De ambas as partes. 

Mas mesmo assim ela ainda sonhava. Toda noite. Sem faltar uma. Porque ela gostava dele como uma pobre ovelha gosta de um leão. Loucura. 
quinta-feira, julho 21, 2016 3 comentários

Era uma linda tarde de inverno, seus longos cabelos balançavam ao vento, como quem dança ao som de uma melodia. De longe ele a observava com um largo sorriso no rosto. Ela ainda estava ali, esperando por ele, depois de tanto tempo. Não foi possível descrever o quão feliz seu coração ficou ao perceber que aquela que ele amava tanto, ainda o amava. Ainda o queria. 

Perdeu o controle sobre seus pés. Eles iam cada vez mais rápido em direção a ela. A neve que dificultava a caminhada parecia não existir, dada tamanha ansiedade em abraça-la mais uma vez. Quando a viu, ali, a menos de um metro de distância, não aguentou. Gritou seu nome, como quem libera algo preso na garganta. Ao ouvir-lo chamar, ela virou e veio correndo em sua direção. Quem os observava no parque, sabia. Eles sabiam. Nunca foram tão completos como naquela hora, em que seus corações acelerados sob seus casacos, se tocaram. Encaixaram como se fossem feitos para ficarem assim, sempre perto um do outro. E no fundo, eles eram.

Tantas palavras não ditas, tantos beijos não dados, tantas magoas que ficaram. Nada foi lembrado. Seis anos depois daquele trágico verão, onde tudo fez-se fim e o amor deu lugar a tristeza, e solidão. Arrependimento e ódio não cabiam mais. Eles estavam dispostos a recomeçar. Não importava mais os motivos que os separam, afinal a dor da distância era maior do que qualquer outra coisa. Era bom poder sentir aquele perfume novamente. Um dava sentido na vida do outro.

Após longos minutos ali, apenas abraçados, em silêncio, guardando cada pequeno detalhe na memoria. O vento que balançava os cabelos, agora agitava as folhas das árvores, que caiam como confetes sobre suas cabeças. O Sol já se punha no horizonte. E não haviam mais duvidas, de que ali estavam duas pessoas que finalmente tinham encontrado sua alma gêmea. Sua metade da laranja. Seu final feliz. O true love dos tão famosos contos de fadas. 

Eles estavam dispostos a lutar. Dispostos a se amar cada dia mais!
quinta-feira, julho 07, 2016 8 comentários

Tô cansada de pessoas que vem, entram na minha vida, espalham sentimentos e depois vão embora. Quero pessoas que venham e fiquem. Que chegue devagarinho e aos poucos vá deixando suas coisas espalhadas por ai. Que não se importe com as revistas e roupas intimas jogadas pelos cantos da casa, que não se incomode com esse meu jeito meio café requentado, nem da minha mania de querer sempre atenção ou da minha insegurança.

Que faça parte do meu mundo e que me deixe fazer parte do seu. Alguém que não fuja na primeira oportunidade, ou quando perceber que sou mais bagunça do que arrumação. Que não procure me mudar, mas que venha e deixe mais do que alguns botões soltos de camisa espalhados pelo chão, que deixe algo que eu possa cuidar e fazer brotar, que deixe amor.

Que cresça e me faça crescer. Que me sirva de inspiração para escrever textos que transbordem amor, e não solidão. Que compreenda que mesmo que as palavras não saiam da minha boca, elas enchem meu coração. Que seja puro, mas que não falte desejo. Que me faça ver o céu, sem sair do aperto do teu abraço. Que caibam brigas e desentendimentos, mas que seja feito principalmente de recomeços.

Que seja linha reta, sem deixar de ser curva. Que tenha inicio, meio e que possamos escolher o fim. Que seja Rock N' Roll, mas que também saiba ser Bossa Nova. Que seja único, sem deixar de ser clichê. Que seja chuva, tempestade. Desde que o arco-íris venha depois. Que não seja encantado, e nem com o "felizes para sempre", mas que seja especial e com um "felizes até onde a vida os permitiu ser". 
domingo, junho 19, 2016 No comentários

Escrevo porque sinto sua falta. E porque meu corpo é só saudade. Saudade das nossas conversas, dos seus abraços e até dos seus defeitos mais profundos. Escrevo porque mesmo depois de pedir pra você partir, ainda gostaria de te ter aqui. Escrevo porque os textos que dediquei ao teu sorriso e aos nossos momentos ainda estão salvos na memoria do meu computador. E não vou mentir dizendo que nunca os leio desde que você se foi. 

Escrevo sabendo que escrever não vai te trazer de volta e muito menos apagar o tempo. Escrevo com o intuito de não deixar morrer tudo o que construiu o nosso nós. A nossa história. As risadas, os beijos, os abraços, as piadas, as brigas, os encontros e desencontros. As linhas tortas e todas as curvas. As do teu corpo e as da sua mente. 

Escrevo principalmente para esvaziar. Liberar meu coração de tanto sentimento acumulado, ou então para simplesmente deixar transbordar. Escrevo para ter algo com que me agarrar. E as vezes escrevo para te deixar ir. Liberar meu peito e alma de tantas lembranças suas. Escrevo para não te ligar e nem aparecer na tua casa de madrugada pedindo para você voltar.

Escrevo porque foi o que me restou. Porque depois de tantos textos ainda parece que não falei o suficiente. Escrevo porque sou melhor com as palavras do que com sentimentos. Escrevo porque você gostava quando eu escrevia para você.

Escrevo entre tantos os outros motivos para não te escrever.
quarta-feira, março 23, 2016 No comentários

Ao entrar no ônibus e dar de cara com ele, que foi o grande amor da minha vida há alguns anos atrás, percebi o quanto nós complicamos as coisas e fazemos tempestades em copos d'água.

Lembrei-me de o quanto eu chorei e passei noites em claro, desesperada com a possibilidade de meus olhos nunca mais encontrarem os dele. E todas as fantasias e sonhos inspirados nos meus devaneios, que tive turante três dos dezenove anos de minha existência, pareceram sem sentido algum.

E sabe? Foi bom até, reencontra-lo depois de tanto tempo. Percebi que quando estamos apaixonados a vida parece mais complicada e curta do que realmente é! Queremos pegas as nuvens com as mãos, saltar de um avião sem paraquedas. Fazer tudo sem pensar, agir inconsequentemente e desesperadamente.

Um "bom dia" não dito, pode te atormentar semanas, aquele beijo de despedida pode ser relembrado a cada cinco minutos na nossa mente. Mas um dia tudo passa... Aquela dor no peito, que parece sem fim? Passa. As borboletas voando no estômago? Passa. Aquela sensação de que ninguém te fara feliz? Passa. A vida passa. E um dia percebemos que tudo o que parecia sem fim, passa também!

E não tem sensação melhor do quer ver o teu passado ali, a alguns bancos na sua frente, no mesmo ônibus que você, e perceber que você não sente mais nada. Paixão, ansiedade, ódio, pena... Nada! Ver que todo aquele desespero por não poder mais vê-lo todos os dias, aquele medo de ser esquecida, a dor por não ser reciproco... Ver tudo isso passar, me fez perceber que a vida é bem melhor sem ele.

Comecei a sentir um arder no meu peito (e dessa vez posso jurar que não era nada relacionado à paixão). Era a felicidade batendo na minha porta, querendo inundar meu ser. Pois finalmente tinha entendido que não importa quantas pessoas cheguem na minha vida, algumas delas vão passar, outras permanecer até o fim. Mas a responsabilidade de me fazer feliz só cabe a mim, e perceber que eu me bastava me fez mais feliz ainda!
sexta-feira, março 18, 2016 No comentários

Há um tempo me peguei pensando, antes de dormir, nas pessoas que mesmo sem terem um teto sobre suas cabeças ainda são mais felizes que muitos milionários por ai. Então me deparei com a seguinte pergunta: Relativamos tanto nossa felicidade que chegamos ao ponto de esquecer com senti-la?

As pessoas se tornaram tão mesquinhas que não tem coragem nem de assumir a responsabilidade de sua própria felicidade. Vivem por ai relativando, e associando-a a fatos e conquistas, sempre colocando a culpa de sua infelicidade na derrota ou na decepção. Não param se quer, para perceber que a nossa felicidade quem constrói somos nós. Que ela está nos detalhes e nos momentos que muitas vezes passam desapercebidos. Está no sorvete que a criança ganha depois da escola, no balão do parque, e no banho de chuva.

A única coisa que as pessoas egoístas (como muitas das que nos cercam) pensam é em conseguir "chegar no topo", sempre associando (e adiando) a sua felicidade a próxima conquista e por ai vai. Daquelas que vivem no "só". "Só vou ser feliz quando conseguir tal cargo", "só vou conseguir ser feliz quando conquistar tal coisa", "só vou ser feliz quando me casar com fulano".

Culpo também os grandes capitalistas que trouxeram a ideia do "ter antes do ser" para nossa sociedade. Cada dia que passa buscamos mais o ter: o carro do ano, o celular de ultima geração e a roupa da grife tal. Viver só de aparências, demonstrar mais do que realmente se é. Mascarar a realidade com um monte de textos e fotos sobre uma falsa felicidade e uma pseudo vida maravilhosa-sem-defeitos perfeitamente impossível.

E agora vos pergunto: Do que adianta ter tudo o que o dinheiro pode me proporcionar se eu não sei aproveita-lo com felicidade? Se esqueci como enxerga-la verdadeiramente? Se eu não tenho a capacidade de transformar momentos relativamente simples em momentos inesquecíveis? Se eu não consigo enxergar além do que se vê? Sentir mais do que a vida me pede?

Estar feliz é totalmente diferente de ser feliz, apesar de uma coisa estar ligada a outra. Estar feliz está relacionado a momentaneidade, a momentos grandiosos e emocionalmente importantes para nós. Ser feliz é algo interior, é quando sentimos aquela sensação boa do nada, é quando estamos felizes por conta das pequenas coisas do nosso dia-a-dia. Feliz por estar com as pessoas que a gente gosta. Feliz ao colocar sua música preferida no ultimo volume e sair pela casa dançando. Ser feliz por viver. Ser feliz apenas por querer estar feliz... Porque para isso basta querer sentir. Exercitar a alma com coisas boas. E pra ter, basta querer ver!
terça-feira, fevereiro 23, 2016 5 comentários

De todas as coisas da vida, só me arrependo de uma: não ter te contado sobre o que eu sempre senti. Que quando eu dizia que te odiava, era que na verdade te amava mais do que eu podia imaginar, mais do que eu podia suportar. Contar dos poemas e músicas que dediquei a ti, cada estrofe dedicada ao teu belo par de olhos azuis e teu sorriso de menino.

Que quando eu pedia para você se afastar, era quando eu mais queria você por perto. Que minha implicância na verdade era uma forma de te chamar atenção, uma forma tola de te me aproximar de ti. Que nas meias palavras que te dizia sempre estavam escondidos as mais belas palavras de amor, fruto de um sentimento escondido, porém o mais arrebatador que já senti na vida.


Hoje dos teus abraços só tenho lembranças, dos teus beijos só cenas inventadas. Memórias guardadas no mais profundo do meu subconsciente, num lugar que só nos meus mais belos e apaixonados sonhos posso alcançá-los. Trocaria todas as minhas lembranças por uma única oportunidade de reviver esse amor novamente.


Amor inocente, amor que nasceu e cresceu sem pedir nada em troca. Que viveu e enraizou no meu coração por vontade própria, e se alimentava dos teus sorrisos. Você nunca me jurou amor eterno, nem se quer me tratou mais do que sua amiga mais próxima, daquelas quase irmã. Mas mesmo assim, eu te amava. Mesmo assim meu coração saltava em meu peito a cada pequeno toque seu.


E hoje se aqui deixo meu arrependimento póstumo, desde amor que já se foi, é porque ainda guardo em meu peito as memórias deste que foi o meu mais puro e verdadeiro sentimento. É porque ainda desejaria senti-lo, agora que tenho coragem para lhe contar que te todos os suspiros que exalei na minha juventude, todos eram por você!
domingo, setembro 06, 2015 No comentários

Talvez de todos os textos que já escrevi, esse seja o que mais tenha você. Em cada virgula, linha e paragrafo tem resquícios do que você deixou em mim desse sentimento meio blasé, meio seila o que. Esse pedacinho de chão que te dei no meu coração, está mais bagunçado do que já esteve na história desta empresa vital. Não consigo andar sem tropeçar em algo, não consigo decifrar o que você plantou ai. Já não me entendo com a minha bagunça, quem dirá com a sua. Mas isso não é uma ordem de despejo não. Pode ficar, porque mesmo que você tenha bagunçado ai, o lado daqui você fez questão de arrumar.

Olha que ironia, logo você que foi tirar doutorado e "MBA" em me entender. Minhas linhas tortas, meus devaneios, minha bipolaridade e minha necessidade de atenção. Me abraça no meu acesso de loucura. Me beija no topo da testa. Me põe para dormir. Conta as piadas mais idiotas do planeta pra me fazer sorrir. Segura meu mundo com a mão, quando ele está prestes a desabar. E o mais importante não foge. Ninguém consegue passar muito tempo do meu lado, logo enjoam ou simplesmente enchem o saco da minha bagunça e confusão. Já você não, você ficou. Quando eu te mandei ir, quando desejei nunca ter te conhecido. Você voltou, me abraçou e me fez parar de chorar.

Você está sentindo? Ouve o som do meu coração? Eu posso te ouvir. Ainda sinto teus dedos sobre meu rosto. Teu coração acelerado sob meu ouvido. "vou ficar aqui". Minhas mãos nas suas. De repente não tem mais ninguém lá fora. O mundo se resume naquele metro quadrado em que estávamos, o tempo não tem mais efeito sobre nós. Tudo o que eu queria estava bem ali na minha frente. Percebe? Pode ver o efeito que você tem sobre mim?

Lavei minhas roupas três vezes na ultima semana e elas ainda tem seu cheiro doce. Meu subconsciente ainda está impregnado de memorias suas, de momentos nossos. To confusa. Não sinto nenhuma paixão avassaladora, não tenho aquele nó no peito e nem vontade de te amarrar num carrinho de rolimã e sair puxando por ai. Sinto algo bem menos possessivo, mais simpático e menos dolorido. Primeira vez sinto algo que possa ser reciproco. Algo que eu tenha com quem dividir. Não amo mais por dois, três ou até por quatro. Amo por um só. Amo por mim e você ama por você.

Esse texto foi escrito numa noite de inverno, numa cidade solitária. Por uma pessoa que está a quilômetros de distancia de quem é, foi e sempre será o amor de sua vida. 
(ou não)
quinta-feira, agosto 06, 2015 No comentários
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Jornalista apaixonada por moda desde que se conhece por gente, resolveu que vai mudar o mundo um pouquinho de cada vez, começando por si: esvaziou o guarda-roupas e sua vida de tudo que estava em excesso. E vai aproveitar esse cantinho no mundo para compartilhar suas experiências e falar o que der na telha. E ah, se reclamar recito Camões! ♥

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