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Heyflordeliz | Moda & Lifestyle



Acho que gosto desse nosso "indefinido"... Gosto quando você me faz cócegas só porque sabe que eu irei me matar de rir, e assim você terá a oportunidade de me agarrar. Gosto quando você passa seu braço sobre meus ombros quando estamos caminhando na rua e alguém me olha, e você usa a desculpa de que "vão achar que te achei na rua" só porque estou com uma blusa sua e um moletom velho. Gosto quando você faz birra poque eu paguei os sorvetes e diz que o lanche será por sua conta. Gosto quando você me faz subir as escadas do meu prédio porque você tem medo de usar o elevador. Gosto quando você fica bravo quando eu falo do cara que conheci na noite passada. E quando você me mostra as mensagens de várias garotas dando em cima de você só para dar o troco. 

Adoro sua voz de sono no meu ouvindo pedindo para eu levantar porque teu braço está dormente. Ou quando você me abraça forte quando a gente se reencontra. Gosto quando nossos pais e amigos dizem que nós combinamos. Gosto dessa sintonia que nós conquistamos tão depressa. Gosto de poder te xingar e depois aparecer na sua casa para jantar. Gosto de poder palpitar nos seus relacionamentos e falar mal das suas ficantes só porque estou com ciumes. Gosto como você fica sem graça quando te elogio. Gosto de poder te zoar por ter uma foto da Sandy colada no seu guarda-roupas. Gosto quando falo que te odeio e você responde com um "e eu te amo". Gosto do jeito que você me entende e principalmente de como você me faz sentir sobre o nosso "nós". 

Esse texto faz parte de uma série de textos escritos por Liz Vilas Boas, sobre todos os babacas que já conheci... Afinal, todo mundo já conheceu pelo menos um babaca (alguns bons e outros nem tanto). 
domingo, novembro 20, 2016 2 comentários

Há um tempo comecei a notar um padrão. Todos os amores que já vivi tinham algo em comum: começavam e desenrolavam da mesma forma. Cheguei então a conclusão de que só vivemos o amor que escolhemos viver. Tudo acontece conforme nós queremos. Se quero um amor daqueles de filme, é essa história que eu vou procurar quando tiver oportunidade.

Incluo aqui a amizade. O tipo de amizade que teremos também tem muito disso de "idealizar um relacionamento perfeito". Só nos relacionamos com possíveis potenciais a serem aquele esteriótipo perfeito de alguém que queremos ter nas nossas vidas.  Mesmo que sem querer acabamos por criar a pessoa perfeita. E corremos em busca disso quase que instintivamente, com um filtro, sem ao menos notar, que na verdade, nosso cérebro está programado para escolher apenas quem se encaixe.

O inicio de qualquer relacionamento que possamos ter então, fica obrigatoriamente relacionado com a capacidade do nosso subconsciente de escolher por nós, o cara ou a garota que se encaixe perfeitamente (o quase) nos nossos padrões. Gostos.

Acontece que apesar de escolhermos o tipo de amor que teremos, nós nunca escolhemos o desfecho. O fim. Aí sim é coisa de destino. 
sábado, novembro 05, 2016 No comentários
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Jornalista apaixonada por moda desde que se conhece por gente, resolveu que vai mudar o mundo um pouquinho de cada vez, começando por si: esvaziou o guarda-roupas e sua vida de tudo que estava em excesso. E vai aproveitar esse cantinho no mundo para compartilhar suas experiências e falar o que der na telha. E ah, se reclamar recito Camões! ♥

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