facebook google twitter instagram
  • Home
  • Sobre nós
    • O Site
    • Quem escreve
    • Parceiros
  • Vídeos
  • Contato

Heyflordeliz | Moda & Lifestyle



Desde que descobri no minimalismo um novo jeito de viver repensando minhas atitudes e como isso refletia em mim e no mundo, descobri que existem diversas formas em interpretar e executar essa filosofia. Assim como em tudo na vida. 

Eu, particularmente, decidi que para mim o minimalismo seria uma maneira de me livrar de tudo aquilo que estava em excesso na minha vida. Como já falei por aqui, descobri no minimalismo o equilíbrio entre tudo o que eu precisava e tudo aquilo que era realmente importante para mim. Mas, a mesma medida tenho visto varias pessoas "criando" regras umas para as outras a fim de faze-las serem mais minimalistas.

Fulano não pode ter um celular da moda porque aquilo não é minimalista, mesmo que fulano tenha dinheiro para comprar e aquilo não irá causar danos financeiros a ele. Beltrano tem que ter só 5 camisas, mesmo que Beltrano tenha que trabalhar todos os dias com uma camisa diferente. Beltrano não pode adequar o minimalismo a sua realidade porque isso não é minimalista.

As pessoas tendem a encontrar o erro apenas na sobra do muito, quando na verdade o erro está em todo tipo de excesso: no do pouco e no do muito. Se livram da prisão do consumismo e se aprisionam novamente ao encherem suas vidas de "não pode". Se não é minimalista não pode! 

Mas o que é minimalista, afinal? 

E viver uma vida infeliz porque você tem que se "livrar" de tudo o que te faz bem ou escolher libertar-se de algumas coisas para que você possa ter uma vida mais plena? Eu sempre vou preferir viver da segunda forma, escolhendo me esvaziar do que está no campo do excesso, buscando encontrar o equilíbrio entre todas as minhas filosofias de vida e nas coisas que acredito.

Tenho dito então, que ser minimalista é ser essencial. Mas (ainda bem) o que é essencial para mim não é essencial para você e vice-versa. Por isso, não limite-se a um monte de regras que só vão fazer sua vida ficar mais "pesada" encontre nessa filosofia, que é o minimalismo, a melhor forma de pratica-la de acordo com as suas necessidades. Para no fim, você conseguir viver e ser livre!
terça-feira, fevereiro 27, 2018 No comentários

Famosos por venderem peças de segunda mão, muitas vezes em ótimo estado, os brechós ganharam força com a internet. E hoje em dia é possível comprar e até mesmo vender (principalmente em grande escala) em sites especializados em desapegos.

Mas não é só de economia colaborativa que se vive um brechó. Pensando pelo lado do consumo consciente e responsável, utilizar desse meio de compra é a forma mais eficaz de diminuir o impacto causado pela industria da moda, segunda maior poluente no mundo. 

Por isso, hoje trago alguns motivos para garimpar nos brechós da sua cidade ou online ;)

#1 Custo x Beneficio

Esse é o principal motivo das pessoas aderirem a moda do brechó: é mais barato do que comprar uma roupa nova, e se você souber garimpar ainda descola uma roupa de qualidade superior a que você encontra nas lojas de fast fashion atualmente.

#2 É sustentável

Como falei anteriormente, comprar em brechó é a forma mais eficaz de diminuir o impacto ambiental. Isso porque mesmo que você compre de uma empresa que trabalhe com produção responsável e com medidas socioambientais,  ainda será necessário o uso de água e outros componentes naturais. Fora o lixo causado pelos resíduos e pela peça quando ela não te "servir" mais.

#3 Exclusividade

A chance de você encontrar uma pela estilosa e exclusiva garimpando em brechó é bem maior do que numa loja de departamentos, por exemplo. Principalmente pelo fato de que as peças que estão ali são de épocas anteriores e que não estão mais nas lojas.

#4 Tecidos bons por menos

Quem costuma levar a qualidade do tecido na hora de comprar uma roupa, sabe que tecido bom é sinônimo de peça cara. Porém quando se trata de brechó, você pode encontrar peças de tecidos naturais por valores bem inferiores dos das lojas. E ah, tem brechó que vende grife também, viu?!

#5 Compra x Venda

Além de poder comprar várias peças maraincríveis para o seu guarda-roupas, você também pode (e deve) vender aquelas peças que você não usa mais. Certeza que várias pessoas vão aproveitar bem mais aquela roupa que está de escanteio no seu armário.

E você, já comprou em brechó? Quais são os seus favoritos? Vamos amar saber 💗
segunda-feira, fevereiro 26, 2018 No comentários

O conceito de minimalismo ganhou força em diversos âmbitos, entre eles os da moda, design e decoração. As pessoas passaram a investir em ambientes mais sóbrios, claros e com menos informação visual, o colorido deu espaço para os tons de cinza, branco e até mesmo o amadeirado. 

Eu particularmente, sempre achei muito elegante utilizar desses tons e informações de design minimalista para os ambientes da casa, afinal a sensação de conforto visual é bem maior quando se tem menos informação para processar. Mas vamos ser sinceros, não é lá tão fácil montar uma decoração minimalista sem ficar com aquele ar de "vazio de mais".




Como disse em um outro post sobre decoração, plantas é uma ótima alternativa para decorar sem poluir visualmente o ambiente. Você pode investir também em quadros grandes com fundos brancos e desenhos mais simples, ou também em espelhos com molduras mais trabalhadas.




Gostou do post? Compartilhe com as amigas e deixe nos comentários suas dicas de decoração minimalista ❤
quinta-feira, janeiro 25, 2018 2 comentários

Uma das formas mais baratas para aderir ao slow fashion é investir em marcas de upcycling, termo em inglês para a técnica que utiliza de peças, que antes seriam descartadas pela indústria da moda, como matéria prima. É como se você desse um novo significado, valor ou uso para uma peça através do reaproveitamento, tudo sem a necessidade de destruí-la totalmente para transforma-la em algo novo, como acontece com a reciclagem.

Mariana Colerato, da plataforma Modifica, disse uma vez que "a roupa mais sustentável que existe já está pronta". E essa é a mais pura verdade, afinal, mesmo uma produção que utiliza de matéria prima e processos sustentáveis acaba por utilizar água e energia, isso fora a produção de resíduos. Por isso, o post de hoje tá cheio de inspirações pra você que quer investir nesse conceito.



Curiosidade: Sophia Amoruso, quando começou com a Nasty Gal comprava roupas em brechós e as reformava para vender depois. Isso também é upcycling! ;)



Gostou do post e quer ver mais inspirações? Siga a nossa pasta no Pinterest!  ❤
segunda-feira, janeiro 22, 2018 No comentários

Na grande jornada que é a busca pela vida mais minimalista aparecem diversas dúvidas e obstáculos. Um dos mais frequentes é em relação aos ambientes domésticos que dividimos com outras pessoas do nosso núcleo familiar, como quartos, cozinha, etc. Como já falei aqui, creio que não exista receita ou formula certa para ser minimalista, mas, existem algumas coisas que podemos fazer no meio desse processo que irá facilitar a nossa vida e dia-a-dia.

Montar uma cozinha, por exemplo, que seja funcional e que tenha somente aquilo que precisamos é uma tarefa quase impossível. A gama de utensílios e eletrodomésticos que o mercado oferece é tão imensa que nos faz pensar que precisamos de tudo, até mesmo aquela batedeira super profissional que você não vai usar porque prefere comprar bolo na padaria 💔. Por isso, pedi um help pra pessoa que mais entende de cozinha na minha residência (valeu mãe) e montei uma listinha base com itens essenciais para a cozinha minimalista!



É importante lembrar que essa lista é apenas uma base, a quantidade dos itens dispostos nela irá depender da necessidade da sua família ;) 
quarta-feira, janeiro 10, 2018 No comentários

Pensado pelo diretor David Macllveride para ser inicialmente um documentário sobre os rios do mundo, RiverBlue surgiu após as pesquisas do diretor apontarem para outro lado: o dano escondido que a indústria da moda vem causando com detritos jogados em sistemas de água ao redor do planeta.

A produção feita em parceria com a organização Fashion Revolution – que também ajudou na produção do documentário The True Cost, que mostra a verdadeira realidade dos trabalhadores têxteis em condições análogas à escravidão – não se limita a mostrar somente a realidade por trás da fabricação dos jeans, que correspondem à boa parcela dentro da indústria, mas também expor soluções e iniciativas mais sustentáveis.

Ao longo de todo filme acompanhamos a trajetória de Mark Angelo, o “protetor das águas” e presidente emérito do Rivers Institute, numa viajem através dos rios contaminados em lugares como Índia, Indonésia e China - atualmente responsável pela produção de 40% do jeans vendido nos EUA -  onde fica a cidade de Xiantang, considerada a capital do denim. Através dessa trajetória é possível ver que os danos causados pela poluição não afetam somente o meio ambiente, mas também toda a comunidade que ali vive.

Em entrevistas concedidas a produção do documentário, ativistas do Greenpeace, contam que de 21 amostras retiradas do rio que corta Xintang, 17 estavam contaminadas. Nas águas analisadas pelos pesquisadores havia uma grande quantidade de metais pesados neurotóxicos - como o maganês, associado a danos cerebrais - e que causam câncer em diversos órgãos. O azul do East River está longe de ser o azul natural das águas, ele reflete a cor do jeans ou simplesmente a cor da temporada, como gostam de brincar os chineses.


Os efeitos sentidos por essa contaminação afetam a comunidade ribeirinha não somente no que diz respeito a qualidade da água utilizada por eles, mas também na poluição do solo – a lama do rio, segundo o Greenpeace tem níveis de cadmio em 128 - e no mau odor causado pela grande quantidade de alvejantes e enxofre presentes na água.

River Blue pode ser considerado um dos mais profundos documentários a tratar com propriedade a poluição dos rios e como a indústria da moda corrobora para essa realidade. Atualmente a indústria têxtil é a segunda maior poluente no planeta perdendo apenas para a indústria do petróleo, revelando uma realidade que pode não estar tão distante, como mencionado no próprio documentário “as guerras do futuro não serão causadas pelo petróleo, as guerras do futuro serão causadas pela água”.

A realidade apresentada no documentário faz com que o espectador crie não somente uma visão crítica sobre a situação exposta, mas também uma consciência sobre a sua responsabilidade social em relação a essa realidade. Mostrando também quais atitudes podem ser tomadas para amenizar os danos causados pela produção desenfreada da indústria da moda. Como, por exemplo, a maneira como lavamos os nossos jeans ou então a quantidade de peças que compramos sem realmente precisar delas. Afinal, do que são feitas as roupas que vestimos? Se não queremos usar produtos de mão de obra escrava, porque deveríamos querer vestir roupas que matam rios e prejudicam o meio ambiente?

Ficou interessado? O documentário foi lançado aqui no Brasil em novembro no Brasil Eco Fashion Week e estará disponível no Itunes em dezembro de 2017.
sexta-feira, dezembro 01, 2017 No comentários

Antes de mais nada é preciso saber que o termo fast fashion é utilizado para designar marcas com produções rápidas e continuas. É um modelo de negócio que visa o lucro através de alto numero de vendas de produtos de preços mais acessíveis, isso sem contar que muitas dessas empresas utilizam de mão de obra escrava para baixar o custo de produção e aumentar o lucro.

Saber disso também é um passo para você saber se está consumindo um produto de uma fast fashion ou não. Mas, existem mais algumas formas que podem te ajudar a saber se está adquirindo este tipo de produto, como por exemplo, o tempo que a loja/marca leva até lançar uma coleção. 

Em entrevista ao "IstoÉ" em 2014 o então presidente da Riachuello, Flavio Rocha, importante fast fashion brasileira, declarou que em apenas 10 dias conseguiria colocar nas prateleiras peças que fizeram sucesso nas passarelas. Trocando em miúdos, em 10 dias ele conseguiria produzir uma coleção inteira, o que para quem intende de produção de moda e de costura, sabe que esse tempo é extremamente curto. 

O que acaba dificultando que a qualidade do produto seja superior, ou seja, você leva um produto pra casa que custou mais barato do que se tivesse comprado de uma marca que trabalha com processos mais desacelerados, mas que tem a qualidade equivalente ao preço pago: baixa.

Mas que fique bem claro, que também existem marcas que são consideradas fast fashion e não trabalham com preços tão baixos assim, comparadas as marcas mais populares desse seguimento. Preço não é garantia de qualidade. Por isso, é importante analisar bem e colocar na balança para ver o que vai compensar (a longo prazo) para você: comprar uma peça que dali alguns meses não vai poder mais ser usada porque deteriorou ou comprar uma peça que vai durar a vida inteira?

Vale lembrar, que comprar algo que vai durar não quer dizer necessariamente que você precisa realmente ficar com essa peça o resto da vida. O fato de ela durar significa que quando ela não for necessária no seu guarda-roupas poderá ser no de outro alguém, diferente de peças que desgastam e que não servem para outro fim a não ser o lixo. Lixo esse, que muitas vezes vão parar em encostas, aterros e mais um monte de lugares que são prejudiciais ao nosso planeta.

Onde devo comprar então? Invista em peças de lojas com produções artesanais e com o processo consciente e desacelerado de produção. Desta forma além de incentivar a economia local você também estará fazendo a sua parte para tornar o mundo um lugar mais justo. Um passo de cada vez. A conscientização tem que partir de dentro de você, olhar para aquilo que você pretende consumir e assumir a responsabilidade pela sua compra, seja ela positiva ou não.
terça-feira, setembro 19, 2017 No comentários

Há um tempo, fiz um vídeo pro canal contando um pouco sobre a minha visão do minimalismo e como encaixo ele ao meu estilo de vida. Até ai tudo bem. Até que recebi um comentário que me chamou atenção: uma espectadora disse que sempre se interessou no minimalismo, mas, que não se via usando cores sóbrias e nada nesse espirito escandinavo, uma vez que amava o colorido. Olhei para aquele comentário com atenção e percebi que o espaço que eu tinha para escrever uma resposta não seria suficiente para explicar algo que, para mim, deveria guiar a vida das pessoas: o equilíbrio!

Tudo na vida que passa o limite entra no campo do exagero. É como se a vida fosse divida em três partes e nós tivéssemos que procurar viver sempre no meio, nem no "céu nem no inferno". Por mais que o minimalismo pregue que devemos viver com o minimo, prefiro dizer que devemos viver com o suficiente. Porque de alguma forma, o mínimo também pode chegar a ser exagero. 

Em tese o minimalismo utiliza de cores mais sóbrias como os tons de branco, preto e cinza por serem cores que são mais neutras e que conversam entre si. Desta forma, você consegue montar looks com mais facilidade e até mesmo uma decoração que você não vai enjoar tão fácil, principalmente por serem mais agradáveis e menos chamativas. Porém, se você prefere cores mais vivas isso não te impede de adotar o minimalismo ou ter um estilo de vida mais consciente sobre o seu consumo e o impacto dele na sociedade e no planeta. 

Assim, como tudo na vida você precisa encontrar aquilo que te move. Aquilo que funciona pra você. 

Não posso chegar aqui e simplesmente dizer: use tais cores, compre de tal marca, tenha "x" peças de roupas. O que funciona pra mim definitivamente pode não funcionar pra você. Somos seres humanos únicos e essa é a beleza da vida! Por isso, se você assim como a nossa espectadora ama cores não se sinta impedida (o) de usa-las só porque você decidiu que vai levar a vida com menos bagagem. Encontre dentro dessa filosofia o seu equilíbrio e viva de forma que isso funcione pra você e que não seja só mais um monte de regras que alguém disse pra você seguir. Esquece o excesso, seja ele do máximo ou do minimo. 
quarta-feira, agosto 30, 2017 2 comentários

Tem algum tempo desde que decidi que levaria minha vida de uma forma diferente (em todos os sentidos) e uma das principais mudanças foi com certeza minha escolha por aderir ao minimalismo e consequentemente descobrir no consumo consciente uma forma de continuar consumindo moda sem prejudicar nosso planeta ou outras pessoas.

Antes de mais nada, gostaria de deixar bem claro aqui que apesar de já ter feito o destralhe, o processo do minimalismo e de consumir marcas slow fashion é gradual, por isso ainda tenho roupas no meu armário que comprei em lojas de departamentos. Entenda: você não precisa "jogar" suas roupas fora e comprar outras que não sejam de fast fashion só porque você decidiu adotar esse estilo de vida. Até porque, fazendo isso você estaria agindo de forma oposta, gerando mais lixo e consumindo de forma desnecessária.

Portanto, quando precisar comprar mais roupas, sapatos e assessórios para substituir os que já tenho, ai sim farei minha escolha completamente consciente de onde comprar valorizando negócios locais e mão de obra artesanal. 

#EU MUDEI MEU JEITO DE CONSUMIR PORQUE...

1. Economizar dinheiro. Falando como uma pessoa que não conseguia entrar numa loja sem sair com uma sacola, posso dizer que isso não me fez bem algum. Chegou um momento na minha vida que percebi que consumindo menos eu estaria me livrando daquela necessidade interna que me consumia toda vez que passava por uma loja, e que consequentemente teria mais dinheiro pra gastar com coisas que realmente iam me acrescentar em algo.

2. Estudei muito sobre esse universo e como isso se relacionava com os valores e ideais de vida que eu tinha escolhido pra mim, percebi que se queria um mundo onde as pessoas tivessem as mesmas oportunidades e direitos, não poderia consumir produtos que para chegarem em casa com um preço mais "em conta" alguém estava pagando a diferença, com uma mão de obra praticamente escrava.

3. Acho que assim como toda grande mudança em nossas vidas, essa minha decisão também ganhou forma depois de assistir diversos documentários sobre o assunto. Entre eles o The True Cost, que me fez refletir sobre como eu estava de alguma forma contribuindo para que aquelas pessoas estavam passando. O choque com a realidade me fez mudar meu pensamento.

4. A vida é muito curta. Essa loucura de consumir e consumir estava me fazendo ficar cada vez mais preocupada com o quanto ganharia ($$) e quanto poderia comprar. Passava mais tempo procurando formas de 'ser bem sucedida' e quando meu poder de aquisição me permitiria comprar quantas bolsas, sapatos eu pudesse carregar. Quando parei de pensar tanto no futuro e comecei a pensar no presente, percebi que se gastasse tanto tempo construindo um futuro financeiramente estável não teria saúde para ter um futuro.

5. A felicidade não está nas coisas mas sim nos momentos que temos. Essa frase sempre guiou minha vida, mas nunca a vivi completamente, principalmente no que se dizia a moda como disse no tópico 1. Mas em poucos meses após decidir mudar, percebi que essa era a mais nova verdade da minha vida! Ainda tenho muito o que percorrer pra poder ostentar por ai o titulo de minimalista ou dizer que só uso roupas que tenham uma produção consciente, mas só de saber que dei o primeiro passo já faz valer.

Sempre defendi que os extremos nunca são saudáveis e que tudo na vida precisa de um equilíbrio. Esses 5 porquês listados aqui são apenas o começo da minha busca pelo equilíbrio e construção do meu novo estilo de vida, se você não quiser perder nada e acompanhar a minha jornada é só nos seguir nas redes sociais ;)
quinta-feira, agosto 24, 2017 No comentários
Older Posts
About Me



Jornalista apaixonada por moda desde que se conhece por gente, resolveu que vai mudar o mundo um pouquinho de cada vez, começando por si: esvaziou o guarda-roupas e sua vida de tudo que estava em excesso. E vai aproveitar esse cantinho no mundo para compartilhar suas experiências e falar o que der na telha. E ah, se reclamar recito Camões! ♥

NAS REDES

MARCADORES

Comportamento Contos e Crônicas Decoração Filmes e Livros Moda Publicidade consumo consciente slow fashion
ME SEGUE NO INSTA @HEYFLORDELIZ

Created with by ThemeXpose